Batizando Esmaltes

Olá!

Na quarta quando eu foleava as revistas em busca das gravuras para os marcadores esbarrei com uma matéria que me chamou a atenção na Melissa Magazine Plastic Dreams Verão 2013 (nº8): Batizando Esmaltes. Há algumas semanas eu havia lido essa materia na revista e tinha comentado com Jaque mas eu meio que tinha “perdido” a revista. Mas essa semana a achei e decidi então digitar a matéria para vocês.

Imagem

Texto de Stephanie Noelle:

Quem nunca ficou em dúvida entre dois tons de esmalte e ouviu o comentário “Mas são iguais!“, com aquela expressão de desdém? Os tons, de fato podem até ser ligeiramente parecidos, mas seus nomes, ah, esses são únicos. Entre Preguicinha, Deixa Beijar e I’m not really a waitress, os nomes dos esmaltes já são por si só um acontecimento. Do momento de escolhe-lo nas prateleiras ou entre as incontáveis opções da manicure, não se elege mais um esmalte só pela cor. Afinal, entre dois rosas muito semelhantes, duvidamos que você não vai naquele com o nome  mais divertido.

A brincadeira com os nomes foi um dos impulsionadores do crescimento do mercado, porque o esmalte passou a ser mais do que simplesmente uma cor, assumindo uma personalidade. Utilizar um Risqué Atitude Pink ou um Risqué Viuva Negra caracteriza um estado de espírito, uma atitude, e cria novos laços da marca com o consumidor“, explica Daniella Brilha, diretora de marketing da Risqué.

Os nomes são a nossa marca registrada! Eles ajudam a criar uma conexão emocional com nossos clientes, oferecendo a’mensagem em um vidrinho'”, afirma Suzi Weiss-Fischimann, diretora artística e vice-presidente-executiva da gigante norte-americana dos esmaltes OPI (eles vendem cerca de 55 milhões de frascos por ano!). “As pessoas compram esmaltes pela cor, mas o nome é o que fica em sua memória. As mulheres sempre viram os vidros para ver quais nomes vão chamar sua atenção. Com os nomes, as mulheres podem viajar para lugares que elas só imaginariam. Locais exoticos e nomes evocativos deixam as mulheres se sentindo confiantes e sexy!” acrescenta Suzi.

Apesar de para as amantes do liquido precioso o título dos vidrinhos ser algo divertido e até despretensioso, para as marcas que os colocam nas prateleiras a coisa é bem séria. Na OPI, “há um grupo de seis pessoas que se reúnem a portas fechadas para discutir centenas de sugestões para as novas cores, Nós até pedimos comida e trazemos adereços e imagens para inspiração“, conta Suzi.

Já na brasileira Impala, uma equipe de onze mulheres é responsável pelos pitacos decisivos na hora de batizar um novo vidrinho colorido (ou nem tanto), segundo a gerente de Marketing Soraia de Moraes Arraes. E, se a coleção é fruto de uma parceria, as cabeças pensantes aumentam. Caso da Sweet Rock’n’Roll by Isabeli Fontana, da Risqué. Uma das cores, um azul extremamente chamativo, recebeu o nome Azulcrination. Segundo Daniella, “foi a própria Isabeli Fontana que apresentou essa sugestão, já que ela costumava brincar com a expressão ‘azucrinar’ no seu dia a dia“.

Na hora de realmente botar as opções na mesa para tomar a grande decisão, o que inspira essas pessoas? “A inspiração dos nomes de cada esmalte em sua coleção está sempre relacionada ao tema proposto. Desejo, amor, paixão, alegria, emoções e outros sentimentos estão refletidos nos nomes“, explica Soraia. Em uma das mais recentes, a Trem da Vida, os nomes são relacionados com  memórias, como Caixa de Música, Piquenique e Deitar na Rede.

Na OPI, tudo é inspiração: “Nas cidades em todo o mundo eu me inspiro em pessoas nas ruas, comida, música, filmes e muito mais _ todos esses elementos entram em jogo para nomear as cores“, diz Suzy. Pesquisas recentes apontam que, para as marcas brasileiras, usar nomes em outras linguas não é uma jogada esperta. Quanto mais dificil a pronuncia, menos vidrinhos são vendidos.

E, já que está tão acostumada a dar nomes aos vidros, oferecemos o nome e pedimos a cor para a diretora criativa da OPI. “Como seria uma cor chamada Plastic Dreams?“: “Na moda de hoje, muitos acessórios são feitos de plástico _ de cintos e bolsas para chapéus e sapatos. Um esmalte apresentando essa tendência seria uma tonalidade azul com inspiração nos anos 60!“. Viraria hit com certeza!

fonte: Melissa Magazine Plastic Dreams Verão 2013

esmaltes-Shutterstock_Images-postMinhas considerações:

Lembram da coleção da Risqué? Ali tinha uns nomes super divertidos. Agora imaginei um esmalte com nome de comida: Esmalte Buchada de Bode um tom de bege puxado pro marrom. SHUAHSUAHSUAHSUAHSU

Mas me diz ai meninas, qual o nome mais esquisito de esmalte que vocês tem? O meu é um roxo lindo da Blant Canela de Ema. Achei engraçado porque eu associo o nome ao animal EMA e não a flor CANELA DE EMA que é de onde veio a inspiração do nome.

Espero que tenham curtido, demorei de postar porque minha filha não colaborou comigo esses dias.

Beijos e até!

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3 comentários sobre “Batizando Esmaltes

  1. Pingback: NOMES DE ESMALTES |

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